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CEO da Monsanto: Como a tecnologia pode combater a escassez de alimentos

O cenário com que o mundo terá de lidar cada vez mais é a de restrições de áreas ao mesmo tempo em que vai aumenta a necessidade de produção de alimentos. Assim, a agricultura do futuro passa impreterivelmente pelo uso intensivo das novas tecnologias.

A análise é do CEO da Monsanto mundial da Monsanto, Hugh Grant. Ele abordou o tema durante o GAF Talks, série internacional de encontros para discutir as principais tendências do agronegócio. Realizado há alguns dias em São Paulo, e organizado pela consultoria agrícola Datagro, o evento teve a StartAgro e a Plant Project como parceiras oficiais. 

Na matéria abaixo, produzida pelo portal Universo Agro, você pode conferir mais sobre a visão de Grant quanto ao futuro da agricultura.

Se quiser assistir às palestras na íntegra, clique aqui.

Confira.

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CEO da Monsanto alerta para escassez de áreas aptas à agricultura

No GAF Talks, Hugh Grant disse ser um grande entusiasta das tecnologias digitais para o aumento da produtividade no campo

DATAGRO

O CEO mundial da Monsanto, Hugh Grant, foi o principal palestrante internacional do GAF Talks, evento realizado pela DATAGRO na última quarta-feira (29), em São Paulo (SP). Em sua palestra, Grant chamou a atenção para a escassez global de áreas aptas à agricultura, utilizando como exemplo uma maçã.

Com a fruta em mãos, o executivo começou a cortá-la, primeiramente dividindo-a em quatro partes iguais, onde três delas representam a água dos oceanos, sendo que a maioria é neve ou gelo e salgada demais para poder cultivar qualquer coisa.

Assista a todas as palestras do GAF Talks

Já a quarta parte da primeira divisão é a representação da quantidade de solo do mundo. Mas, segundo Grant, metade disso tudo é composta por desertos, pântanos ou montanhas e cordilheiras, o que também dificulta o cultivo de alimentos.

Nesta divisão, ressaltou o executivo, restou apenas um oitavo. Então, de acordo com Grant, se você pegar este oitavo e cortá-lo novamente em quatro, três partes dele são o solo que é rochoso, úmido e frio demais; e íngreme para plantar. “Isso nos deixa com apenas 1/32 da maçã. Se você pegar este 1/32 e remover a casca, esta casca representa o solo da Terra: o solo disponível para os agricultores no mundo”, ressaltou.

Diante deste cenário, marcado por restrições de área e necessidade de aumento da produção e de adaptação às mudanças climáticas, o executivo pontuou que a agricultura do futuro passa impreterivelmente pelo aumento de produtividade impulsionado por novas tecnologias. (continua…)

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